Dilemas de la modernidad en el umbral del nuevo siglo
desafíos teóricos
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https://doi.org/10.20336/rbs.978Palabras clave:
teoría sociológica, modernidad, modernidades múltiples, modernidades enredadas, modernidades no occidentalesResumen
Este artículo sitúa el problema teórico de la modernidad en el contexto histórico del cambio de siglo XX al XXI. Las nuevas teorías de la modernización señalan un punto de maduración de la reflexividad moderna, que ya no es sólo un objeto, sino que se constituye como un recurso metodológico para el análisis. La intensificación y expansión del encuentro entre la modernidad y el mundo no occidental ha ofrecido a la sociología un campo empírico fértil para la revisión teórica de sus herramientas de interpretación de la realidad. Basándome en el enfoque teórico de Wittrock sobre la constitución cultural de la modernidad, recurro a autores como Eisenstadt y Therborn para comparar las teorías de las modernidades múltiples y las modernidades enredadas. A la luz de estas delimitaciones generales, me remito a las contribuciones de Chaterjee, Samman y Göle para explorar la discusión sobre la modernidad desde la perspectiva de las sociedades no occidentales. En general, estas teorías enfatizan la no coincidencia entre modernización y occidentalización y el hecho de que el proyecto moderno se ha vuelto global, pero no universal. Las recientes conexiones de significado que han dado legitimidad a la experiencia moderna en el mundo no occidental constituyen un nuevo campo empírico para una vieja pregunta teórica: ¿qué es la modernidad?
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