Causalidad, sentido común y generalización en la teoría de la estructuración de Anthony Giddens

Visualizações: 5

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.20336/rbs.1019

Palabras clave:

sociología, causalidad, sentido común, generalización, Anthony Giddens

Resumen

El artículo busca reconstruir brevemente aspectos teóricos sobre la causalidad en la investigación social, para luego abordar el término medio entre la metodología naturalista y el interpretativismo comprensivo, ocupado por la teoría de la estructuración de Anthony Giddens. Procuramos evidenciar cómo una caracterización ontológica de la vida social, que entiende la acción como un “flujo de intervenciones causales en el mundo” en relación mutua con la estructura social, supone una teoría de la causalidad distinta de la presente en el estudio de la naturaleza, sujeta, en gran parte de los casos, a relaciones invariables y, en su forma más acabada, a leyes. A continuación, abordamos la relación de esta caracterización del mundo social con el papel del lenguaje natural en las ciencias sociales, explorando el rechazo de Giddens al “tipo revelador de sociología” y discutiendo el tipo de generalización causal presente en este campo de estudio.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

André Lucas Maia de Brito, Ministério da Pesca e Aquicultura

Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília, sociólogo no Ministério da Pesca e Aquicultura.

Fabrício Monteiro Neves, Universidade de Brasília

Doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, professor no Departamento de Sociologia e no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade de Brasília.

Citas

Alexander, Jeffrey. (1987). O novo movimento teórico. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 2(4), 5-28.

Archer, Margaret. (2013). Social morphogenesis and the prospects of morphogenic society. In: M. Archer (org.). Social Morphogenesis (p. 2-22). Springer.

Archer, Margaret. (1982). Morphogenesis versus structuration: On combining structure an action. The British Journal of Sociology, 33(4), 455-483.

Becker, Gary S. (1964). Human capital: a theoretical and empirical analysis, with special reference to education. The University of Chicago Press.

Bourdieu, Pierre. (2007). A distinção: crítica social do julgamento. Zouk.

Brito, André Lucas M. de. (2019). A causalidade na explicação sociológica e a teoria da estruturação de Anthony Giddens. Dissertação (Mestrado em Sociologia), Universidade de Brasília.

Brito, André Lucas M. de. (2023) O problema do naturalismo na Sociologia e as suas reformulações ontológicas recentes: uma discussão a partir da questão da causalidade em Anthony Giddens e no realismo crítico. Tese (Doutorado em Sociologia), Universidade de Brasília.

Brito, André Lucas M. de, & Barboni Jr., Antônio. (2021). Gilberto Freyre e Anthony Giddens: literatura e linguagem comum na investigação social. Estudos de Sociologia, 1(27), 173-200. https://doi.org/10.51359/2317-5427.2021.250932

Dahl, Robert. (1997). Poliarquia: participação e oposição. EdUSP.

Davidson, Donald. (1963). Actions, reasons and causes. The Journal of Philosophy, 60(23), 685-700.

Dilthey, Wilhelm. (2010). Introdução às ciências humanas: tentativa de uma fundamentação para o estudo da sociedade e da história. Forense Universitária.

Durkheim, Émile. (2000). O suicídio. Martins Fontes.

Durkheim, Émile. (2007). As regras do método sociológico. 3ª ed. Traduzido por Paulo Neves. Martin Fontes.

Durkheim, Émile. (1999). Da divisão do trabalho social. Martins Fontes.

Durkheim, Émile. (1989). As formas elementares da vida religiosa: o sistema totêmico na Austrália. Ed. Paulinas.

Durkheim, Émile, & Mauss, Marcel. (1990). Algumas formas primitivas de classificação”. In: Ensaios de Sociologia (pp. 399-455). Perspectiva. (Edição original publicada em 1903).

Elias, Norbert. (1994). O processo civilizador. Vol. I. 2ª ed. Jorge Zahar.

Gadamer, Hans-Georg. (1997). Verdade e método: traços fundamentais para uma hermenêutica filosófica. Vozes.

Gambetta, Diego. (1982). Were they pushed or did they jump? University of Cambridge.

Garfinkel, Harold. (2006). Estudios en etnometodología. Anthropos Editorial.

Geertz, Clifford. (2008). A interpretação das culturas. LTC.

Geertz, Clifford. (1997). O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa. Editora Vozes.

Giddens, Anthony. (2018). Problemas centrais em teoria social: ação, estrutura e contradição na análise sociológica. Vozes. (Edição original publicada em 1979).

Giddens, Anthony. (1998). Política, sociologia e teoria social. Editora Unesp.

Giddens, Anthony. (1996). Novas regras do método sociológico. Gradiva. (Edição original publicada em 1976).

Giddens, Anthony. (1984). The constitution of society. outline of the theory of structuration. Cambridge University Press.

Giddens, Anthony. (2009). A constituição da sociedade. Martins Fontes. (Edição original publicada em 1984).

Giddens, Anthony, & Pierson, Christopher. (2000). Conversas com Anthony Giddens: o sentido da modernidade. Editora FGV.

Goffman, Erving. (2006). Frame analysis: Los marcos de la experiencia. CIS.

Gusmão, Luís. (2012). O fetichismo do conceito: limites do conhecimento teórico na investigação social. 2ª ed. Topbooks Editora.

Gusmão, Luís. (2000). A concepção de causa na filosofia das ciências sociais de Max Weber. In: J. Souza (org.). Atualidade de Max Weber (pp.235-258). EdUnB.

Hempel, Carl. (1979). Explicação científica. In: S. Morgenbesser (org.). Filosofia da ciência (pp.159-169). Cultrix.

Hollis, Martin. (1994). The philosophy of social science: an introduction. Cambridge University Press.

Hume, David. (2004). Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da moral. Editora UNESP.

Inglehart, Ronald, & Welzel, Christian. (2005). Modernization, cultural change and democracy: the human development sequence. Cambridge University Press.

Loyal, Steven. (2003). The sociology of Anthony Giddens. Pluto Press.

Makkreel, Rudolf. (2016). Wilhelm Dilthey. In: E.N. Zalta (org.). The Stanford Encyclopedia of Philosophy. https://plato.stanford.edu/archives/fall2016/entries/dilthey/

Morris, William, & Brown, Charlotte. (2019). David Hume. In: E. N. Zalta (org.). The Stanford Encyclopedia of Philosophy. https://plato.stanford.edu/archives/sum2019/entries/hume/

Moses, Jonathon, & Knutsen, Torbjorn. (2007). Ways of knowing: Competing methodologies in social and political research. Palgrave Macmillan.

Neves, Fabrício M., & Paraná, Edemilson. (2017). Para uma crítica das sínteses propostas por Karin Knorr-Cetina e Jeffrey Alexander: uma alternativa epistemológica à integração micro-macro. Revista Brasileira de Sociologia, 5(10), 136-162. https://doi.org/10.20336/rbs.208

O’Donnell, Mike (ed.). (2010). Structure and agency. (4 vol.). Sage Publications.

Peters, Gabriel. (2019, 22 abr.). Verbete: Explicação e compreensão: O que é individualista no individualismo metodológico de Max Weber? (Parte 4). Blog do Labemus. https://blogdolabemus.com/2019/04/22/verbete-explicacao-e-compreensao-parte-4-o-que-e-individualista-no-individualismo-metodologico-de-max-weber-por-gabriel-peters/ Acesso em 11/02/2026.

Peters, Gabriel. (2018, 3 maio). Verbete: Explicação e compreensão: incompatíveis ou complementares? (Parte 1). Blog do Labemus. https://blogdolabemus.com/2018/05/03/verbete-explicacao-e-compreensao-incompativeis-ou-complementares-parte-1-por-gabriel-peters/ Acesso em 11/02/2026.

Peters, Gabriel. (2016, 7 dez.). Giddens em pílulas (2): o legado das abordagens interpretativas, por Gabriel Peters. Blog do Labemus. https://blogdolabemus.com/2016/12/07/giddens-em-pilulas-2-o-legado-das-abordagens-interpretativas/ Acesso em 03/02/2026.

Peters, Gabriel. (2015). Percursos na teoria das práticas sociais: Anthony Giddens e Pierre Bourdieu. Annablume.

Peters, Gabriel. (2014). Anthony Giddens entre a hermenêutica e a crítica: o status do conhecimento de senso comum na teoria da estruturação. Plural, Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP, 21(2), 168-194. https://doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2014.97218

Peters, Gabriel. (2011a). Agência, estrutura e práxis: uma leitura dialógica da teoria da estruturação de Anthony Giddens. Teoria & Sociedade, 19(2), 8-39.

Peters, Gabriel. (2011b). A praxiologia culturalista de Anthony Giddens. Teoria & Pesquisa: Revista de Ciência Política, 20(2), 123-147. www.teoriaepesquisa.ufscar.br/index.php/tp/article/view/251

Rosenberg, Alexander. (2008). Philosophy of social science. Westview Press.

Rudner, Richard. (1966). Philosophy of Social Science. Prentice-Hall.

Silva, Fábio R.R. (2014). Entre a epistemologia e a ontologia: a teoria da estruturação de Anthony Giddens. Tempo social, 26(2), 123-136. https://doi.org/10.1590/S0103-20702014000200008

Silva, Fábio R.R.. (2010). Realismo e redes: dilemas metodológicos na obra de Anthony Giddens. Tese [Doutorado em Sociologia], Universidade de São Paulo. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-16022011-121240/

Tavolaro, Sérgio. (2013) Teoria sociológica e metodologia: apontamentos acerca de algumas controvérsias. Ideias, 4, 13-49. https://doi.org/10.20396/ideias.v4i0.8649411

Taylor, Charles. (1971). Interpretation and the Sciences of Man. The Review of Metaphysics, 25(1), 3-51.

Vandenberghe, Frédéric. (2010). Teoria social realista: um diálogo franco-britânico. Editora UFMG.

Weber, Max. (2007). A ética protestante e o espírito do capitalismo. Companhia das Letras.

Weber, Max. (2000) Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Editora da UnB.

Winch, Peter. (1970). A idéia de uma ciência social e sua relação com a filosofia. Companhia Editora Nacional.

Publicado

05-03-2026

Cómo citar

Brito, A. L. M. de, & Neves, F. M. (2026). Causalidad, sentido común y generalización en la teoría de la estructuración de Anthony Giddens. Revista Brasileira De Sociologia, 14, e-rbs.1019. https://doi.org/10.20336/rbs.1019

Número

Sección

Artigos