Gradiente de problematizaciones
una propuesta para el estudio de las crisis y fragilidades de la vida social
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https://doi.org/10.20336/rbs.1086Palabras clave:
crisis, crítica, problematizaciónResumen
La palabra “crisis” forma parte del vocabulario contemporáneo y se encuentra en el centro de una creciente literatura en ciencias sociales, a veces acompañada del término correlativo “crítica”. El binomio crisis y crítica apunta a una tensión entre, por un lado, el uso de “crisis” como dispositivo discursivo que justifica intervenciones de grupos poderosos, reforzando patrones de desigualdad y jerarquías, y, por otro, como herramienta analítica para describir y “criticar” aspectos objetivos de la realidad histórica. Además, la crisis a veces aparece como descriptor de acontecimientos a gran escala (crisis económicas, políticas e institucionales), a veces vinculada a acontecimientos más íntimos (crisis existenciales, de la mediana edad o de salud), a veces como ocasión para la crítica sociológica, a veces como objeto de dicha crítica. En este artículo, analizo y delimito el concepto de crisis en una sociología de los problemas y las problematizaciones. Para ello, me centro en la vida cotidiana como el lugar concreto donde confluyen los aspectos macro y micro, objetivos y subjetivos de las crisis, en un gradiente de problematizaciones. Finalmente, defiendo la sociología como ejercicio crítico de traducción imaginativa.
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